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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Destino: Cingapura

Skyline de Cingapura visto de uma das cápsulas da Singapore Flyer, considerada a roda-gigante mais alto do mundo, no centro de Cingapura, no sudeste asiático

Diz a lenda que quando Sang Nila Utama, um príncipe de um antigo reino da Sumatra, saiu para caçar pela região avistou uma ilha desabitada que chamou a sua atenção. Decidido a explorá-la, Utama desembarcou naquele pequeno pedaço de terra e foi recebido por uma fera que ele nunca havia visto.

Aquele encontro inusitado foi considerado um bom presságio e ali o príncipe fundou uma cidade em homenagem ao espírito do animal encontrado: Cingapura que, em língua malaia, significa “A Cidade do Leão”.

Pode não parecer, mas esse minúsculo país de pouco mais de 700 km², conhecido também como “um pontinho vermelho” no extremo sul da península malaia, é capaz de causar a mesma sensação de surpresa no visitante que desembarca naquele território distante do outro lado do planeta, a três dias de viagem de São Paulo (incluindo fuso horário e escalas em outro continente).

Não é a toa que, diante daquelas terras a beira mar, o fundador britânico Stamford Raffles tenha dito que Cingapura “é tudo o que podemos desejar”. É tudo e mais um pouco.

Considerada um dos “Tigres Asiáticos” por sua economia dinâmica, essa cidade-Estado de mais de 5 milhões de habitantes que se tornou independente da Inglaterra em 1965 é uma das dez nações mais ricas do planeta; apresenta baixos índices de criminalidade; e possui uma variada cultura local conhecida como peranakan, termo malaio que significa “nascido na região” e que é utilizado para se referir aos descendentes de chineses, indianos e malaios que chegaram à região a partir do século 14, atraídos pela posição estratégica daquelas terras.

Em um país onde a infraestrutura beira a perfeição, o setor turístico não fica para atrás nesse destino localizado no sudeste asiático. Cingapura é dona da roda-gigante mais alta do mundo, uma estrutura onipresente com 165 metros de altura, o equivalente a um prédio de 42 andares, conhecida como Singapore Flyer; inaugurou o hotel Marina Bays Sand em forma de navio e famoso pela piscina com borda infinita que ganhou a atenção da mídia do mundo inteiro; e possui um bem sucedido projeto que transformou uma ilha marcada por guerras e disputa de terras em uma ilha-resort chamada Sentosa e que atrai mais de 5 milhões de visitantes por ano.

Em um país de culturas tão diferentes, em que os quatro idiomas oficiais (inglês, chinês, malaio e tâmil) parecem não dar conta de tanta história para contar e fazem dos anúncios dos trens de metrô uma verdadeira babel, é de se esperar que a cozinha local siga a mesma diversidade. As opções em Cingapura incluem pratos da culinária chinesa (um dos carros chefes do país), malaia, indiana e até comida vegetariana.

Corpo bem alimentado e espírito idem. É quase impossível visitar Cingapura e não incluir no roteiro algum dos impactantes templos budistas e hindus erguidos em bairros temáticos como Chinatown e Little India, onde imperam, respectivamente, sotaques chineses e indianos. No primeiro, o templo budista Buddha Tooth Relic impressiona com sua construção de 5 andares e influências da arquitetura do período da dinastia Tang. A “Sala dos 100 dragões”, um espaço com 100 Budas em diferentes posições, e a “Roda de Prece do Buda Vairocana”, localizada no terraço, fazem do local um dos lugares mais belos de toda Cingapura, independente de qualquer crença religiosa.

Na Little India, um bairro típico indiano a leste do rio Cingapura, basta uma volta descompromissada pela Serangoon Road, onde o cheiro forte do incenso se mistura ao curry intenso dos pratos indianos, para o visitante ter bem diante dos olhos um pequeno retrato dos templos hindus encontrados na Índia. O leão parece que conseguiu surpreender não só o príncipe da Sumatra, mas todo o resto do planeta.


INFORMAÇÕES E SERVIÇO
Site do governo - www.gov.sg

Sites de turismo do país em Cingapura - www.yoursingapore.com

Informações turísticas Singapore Tourism Board 1, Orchard Spring Lane Tel: (65) 6736-6622. De seg. a sex., das 9h às 18h. O turista conta também com uma linha direta (ligação local gratuita) com informações pelo telefone 1800-736-2000 (diariamente, das 8h às 19h).

Fuso horário – 11 horas a mais em relação ao horário de Brasília.

Código do país – (65)

Moeda – A moeda local é o dólar de Cingapura, cujo símbolo é S$. A cotação gira em torno de R$ 1,75.

Idioma – Inglês, malaio, mandarim e tâmil são as línguas oficiais de Cingapura.

Documentos – Não é necessária a solicitação prévia de visto de entrada. Para brasileiros que permaneçam até 30 dias, passaporte válido por, pelo menos, seis meses e certificado de vacina contra febre amarela são documentos obrigatórios na chega ao país.

Clima – A sensação é de estar no interior de uma imensa estufa. Os dias são quentes e úmidos e com uma temperatura que ultrapassa 30 graus. Sua posição geográfica, ao sul da Malásia e próximo à Linha do Equador, garante ao país um clima tropical com forte predominâncias de chuvas. Não há variações climáticas significativas entre uma estação e outra. Para informações atualizadas sobre o clima no local, acesse: www.weather.gov.sg

Com informações do UOL Viagem.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Turismo Week é na FOX

Viajar é muito bom, mas viajar com preços inéditos e sem preocupação com os detalhes pode ser ainda melhor. Essa é a proposta da Turismo Week, que oferece milhares de opções para destinos no Brasil e no mundo com descontos de até 50%.


Aqui, você compra entre 24 e 28 de setembro e pode embarcar em outubro, novembro e dezembro (até dia 10), exceto feriados.

São oportunidades imperdíveis para fazer aquela viagem dos seus sonhos, para as férias que estavam engavetadas, para dar aquele presente para uma pessoa especial e até para aquele momento de diversão com a família, amigos ou a pessoa amada.

As promoções foram viabilizadas com o apoio dos destinos e dos fornecedores do setor turístico, como: companhias aéreas, hotéis, pousadas e receptivos, formando um efeito em cadeia que resultou em preços de pacotes mais do que especiais. A ação conta com o apoio das principais entidades do setor.

Os pacotes dependem de disponibilidade de lugares promocionais, e com saída de São Paulo. Porém, ao realizar a cotação, você já terá a informação do trecho de/para São Paulo também, caso seja necessário.

Que tal conhecer Paris, Londres e Madri?
A promoção oferece um pacote com 7 noites; transporte em ônibus de luxo; guia em português; transfers de chegada e saída; passeio noturno em Paris; seguro de viagem; e passagem aérea voando Alitalia por US$ 1.950,00 + taxas por pessoa! Consulte-nos para mais detalhes.


10 razões para você viajar

1. Intercâmbio Cultural
Nada melhor que conhecer uma cultura diferente. As pessoas têm hábitos, costumes, tradições, enfim, um jeito muitas vezes diferente do nosso. Uma viagem possibilita essa imersão numa outra cultura, que abre nossa mente, nossas percepções e amplia nossa capacidade de ver e entender e aceitar o outro, com todas as suas particularidades.

2. Bem-estar
Férias e dias de descanso, longe da loucura e da correria diária fazem um bem danado para a saúde do corpo e da alma. Quem viaja, diminui as chances de ter problemas cardíacos, stress e depressão.

3. Novas amizades
Viajando sozinho ou acompanhado, conhecer outras pessoas é fato inevitável em uma viagem. Sejam as que compraram o mesmo pacote de viagem, outros turistas que você encontra no destino ou as pessoas que vivem lá, com as quais você poderá compartilhar informações e fazer novas amizades.

4. Sair da rotina
Quando você viaja, fica aberto a explorar o local visitado de maneira nova. Se você está acostumado a andar de carro, nada melhor que conferir paisagens lindas a pé, de bicicleta, de metrô ou de ônibus. As possibilidades são inúmeras e os resultados, surpreendentes.

5. Aguçando seus sentidos
Independente do lugar que você vá, você deve aguçar seus sentidos, para que eles captem o diferente. Não precisamos dizer que o paladar é um capítulo à parte. Degustar novos sabores é sempre uma prazerosa viagem dentro da viagem.

6. Praticar outros idiomas
Praticar outros idiomas é fato inevitável em uma viagem internacional. Mesmo a lazer, aproveite esse momento para se comunicar de um jeito novo, isso não pesa na bagagem só no seu currículo. Quando estiver pelo Brasil, não é diferente, você vai conhecer palavras e expressões que só são usadas em alguns lugares do país.

7. Fazer boas compras
Com muito dinheiro ou com a verba definida, comprar é uma das atividades mais esperadas da viagem. Sejam pequenas lembranças ou compras de enlouquecer em paraísos dos preços baixos, todo mundo gosta de trazer algo que lembrará aqueles momentos especiais.

8. Autoconhecimento
A cada viagem, você não será mais o mesmo. As histórias, lembranças e novos aprendizados vão além das fotografias e dos vídeos, ficam registradas para sempre na memória e nos trazem uma experiência única de autoconhecimento.

9. Antenado no mundo
Há quem viaje em busca de inspiração, para dar asas a sua criatividade. Outros são impactados mesmo sem querer ou perceber. Uma viagem é capaz de abrir conexões com o mundo, renovam, apontam tendências e lhe ajudam a inovar.

10. Valorização profissional
Grandes empresas valorizam pessoas que viajam. Quem gosta de conhecer ouros lugares e culturas, geralmente é mais flexível, está mais aberto a desafios e mudanças. Quem tem uma bagagem cultural maior tem mais a compartilhar com os colegas de trabalho.

É comprovado cientificamente!

Há muitas pesquisas que mostram os benefícios de viajar:

Em 2008, a companhia aérea Air New Zealand monitorou o sono de alguns de seus passageiros ao retornarem das férias. Os resultados foram surpreendentes: essas pessoas tiveram pelo menos uma hora a mais de sono de qualidade e melhoraram em 80% sua capacidade de reação e atenção.

Já o Framingham Heart Institute, da Universidade de Boston (EUA), descobriu que mulheres que viajam pelo menos duas vezes ao ano tem oito vezes menos chances de desenvolver problemas de coração. O mesmo estudo mostra que homens que não viajam pelo menos uma vez por ano correm risco 20% maior de morte e 30% maior de ter um ataque cardíaco.

Agora que você descobriu as melhores razões para viajar, contate-nos e descubra as vantagens de adquirir um pacote de viagem: voefox@voefox.com.br ou 54 3027.1555.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sem pimenta, por favor


É a frase que você precisa repetir pra não queimar a língua na Tailândia. No mais, dá para ser feliz com pouco no país mais idílico e sexy do Sudeste Asiático. Que tal um prato de noodles com camarão por meio dólar?

A reportagem é de Adriana Setti, repórter da revista Viagem.


Uma lufada de ar úmido a mais de 35 graus era o sinal de que Bangcoc estava ali, assustadora, desafiando-me em plena madrugada. Depois de alguns vaivéns ao redor da lendária Khao San Road, uma espécie de gueto ocidental de Bangcoc, o taxista finalmente encontrou o lugar que eu havia reservado pela internet. Uma biboca de dar medo. Caminhando por um beco escuro onde o táxi não cabia mais, cruzei com um exército de baratas robustas e bem alimentadas até trancafi arme em meu quartinho de paredes acinzentadas. O ar-condicionado emitia o ruído de uma turbina de avião. Dormi querendo a minha mãe.

Amanheceu. E a cidade que serviria de entrada a uma expedição de um mês pelo país mais visitado do Sudeste Asiático mostrou sua faceta mais doce. Eu já estava batizada. Havia constatado, na pele, por que o guia Lonely Planet recomenda investir mais em hospedagem nos primeiros dias (eu havia pago 6 dólares por aquele cafofo) até que corpo e alma estejam em sintonia com o "nível básico" tailandês de conforto, capaz de ajustar-se ao mais minguado dos orçamentos.

Cheiros, cores, caos, luz, calor, sorrisos, mar, poeira, delicadeza, desafi o. A Tailândia é céu e inferno. E aí está a graça. Viajar livremente pelo país com poucos planos e o coração aberto (e também pouco dinheiro se for o caso) é uma imersão em um novo mundo e na sensação de estar sendo o primeiro a pisar em cada palmo de chão, ainda que esteja cercado por uma multidão de farangs como você. Experimentar a Tailândia é queimar a língua nos mais furibundos dos curries até aprender a dizer "no spicy" (pronuncia-se "no sapaaaaiciiiii") em tai-inglês. É ver os olhos dos locais brilharem ao falar do rei, sua majestade Bhumibol Adulyadej, que ocupa o trono há mais de 60 anos. É dormir num bangalô na praia mais linda da sua vida e acordar com um gueko (uma espécie de lagarto psicodelicamente colorido) gritando no seu ouvido. É ter vontade de abraçar cada pessoa que lhe faz uma delicadeza e expressar isso num singelo wâi, o inclinar de cabeça que substitui o contato físico. É rezar para que mais um golpe de Estado não aconteça durante a sua viagem. É apostar sem medo em infinitas possibilidades de acertos e erros e viver dias de delícia, surpresas e sensações nunca dantes navegadas. É perder a virgindade de novo.

BANGKOK
Se você acha que já viu de tudo nesta vida, espere até chegar a Bangcoc. A capital da Tailândia é uma megalópole onde se esbarram diariamente algo em torno de 6 milhões de almas (10 milhões na Grande Bangcoc) e onde religião e paganismo, pandemônio e modernidade convivem em uma harmonia caótica que um visitante de primeira viagem certamente não será capaz de decifrar por completo. A menos que você tenha nascido com um GPS acoplado ao cérebro, orientar-se na cidade renderá a sensação de "nunca mais chegarei ao hotel" pelo menos cinco vezes ao dia. Os nomes das ruas podem ser "ocidentalizados" em mil versões diferentes e, quando uma placa aparece milagrosamente em seu caminho, o nome da rua provavelmente não será bem aquele estampado no seu mapa. Relaxe e ria de si mesmo, que um dia você chega ao lugar que pretende.

Dar uma volta de tuk tuk, o lendário táxi de três rodas, é um clichê necessário. Mas não o encare como um meio de transporte eficiente para chegar aonde realmente pretende (os motoristas ganham comissões para cada cabeça que conseguem arrebanhar para as lojas de seda ou suvenires). Pegar um táxi pode não ser tão pitoresco, mas, caso logre fazer com que o taxímetro seja ligado, a corrida sai em conta e você poupa os seus pulmões de muita fumaça, a mesma que ajuda a engrossar a neblina marrom que cobre o céu da cidade. Outro jeito "sem emoção" de se locomover é usar o moderníssimo Skytrain (que infelizmente só abrange parte de Bangcoc) e os barcos que navegam pelo Rio Chao Phraya, à beira do qual ficam os templos mais importantes e alguns dos hotéis de luxo.

Ao mesmo tempo, o caos das ruas é uma das melhores dimensões da cidade. São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo que, no fim do dia, o cérebro parece implorar por um lugar tranquilo e confortável para processar tanta informação. Deixe a economia para os bangalôs simples à beira-mar, menos hostis que os quartos econômicos sem janela onde muita gente se entoca nos arredores da Khao San Road.

A Khao San, diga-se, é uma atração às avessas: um lugar qualquer que se tornou uma espécie de megagueto ocidental, em que os mochileiros se entrincheiram como se fosse necessário procurar a proteção dos iguais contra as garras da louca cidade. E essa maçaroca de néons e turistas acuados acabou virando algo que vale ser vivido. Tenha em mente que tudo o que se vende por ali tem grande chance de ser fajuto e superfaturado, incluindo aí as moçoilas de pés 42 que circulam pelas esquinas, os pacotes turísticos, as bolsas Louis Vuitton, as carteiras de estudante, de motorista...

quarta-feira, 30 de março de 2011

O hotel mais alto do mundo

Hong Kong ganha mais um empreendimento de alto luxo com a inauguração do Ritz-Carlton , o hotel mais alto do mundo: o lobby está no 103º andar do maior edifício da cidade, o International Commerce Centre, que tem quase 500 metros de altura distribuídos por 118 andares. As instalações do mais novo Ritz-Carlton vão até a cobertura do prédio, onde está o Ozone Bar. Os quartos, assim como o spa e a piscina, têm uma ótima vista para a baía, na qual se destaca o Victoria Harbour. Com decoração sóbria, os quartos têm tons em branco e marrom e detalhes de madeira. As tarifas custam a partir de US$ 775 por noite.

Com informações do Boa Viagem.